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Teatro de máscaras
Chris McCandless
Dia após dia, o comércio de “máscaras” cresce e se expande.
Mas,nada a ver com o carnaval
Longe disso
Afinal, no carnaval as pessoas costumam revelar seus sentimentos de uma forma mais espontânea e verdadeira
Talvez movidas pela máxima de que, no carnaval, tudo é permitido
Falo das máscaras que as pessoas usam no cotidiano
Que tiram do guarda-roupas como uma peça de vestuário,
Da cor e formato que mais combinam com a ocasião
Tão comum como uma camisa ou uma calça
Tão normal que, se você sai de casa e esquece essa preciosa “peça” de roupa, termina chocando a todos como se estivesse completamente nú.
Que seja, então!
Melhor a “nudez”honesta
A vestir algo falso,
com medo de mostrar o que se sente ou pensa.
E como deve ser cansativo carregar um disfarce
Não há nada mais triste que simular a felicidade.
É digno de pena aquele que se auto-proclama assim, como num pacto silencioso ou num transe coletivo, as pessoas aplaudem e
Ninguém se arrisca a gritar que o rei está nú.
Daí, vem as práticas medonhas, como a de inventar estratégias para se destacar, perseguir festas e eventos insossos, acontecimentos e reuniões de grupos segmentados, para exibir-se inserido num contexto.
Vestir atitudes superficiais e simular sorrisos, expressões e sentimentos apenas para estar “igual” aos outros.
Movido pelo combustível do medo de mostrar-se de cara limpa e ser enxotado pelos intolerantes.
Estar “integrado” já não é tão in como antes
Como diria Eco, ficou excessivamente kitsch
A ignorância e a falsa intelectualidade já não são mais uma benção
Ser “apocalíptico” é a onda da hora
Pode ser que a maioria não entenda
Que muitos se afastem,
E você se transforme no “lixo líquido” de Bauman, porque não será mais um deles.
Que importa, se você estiver nú e feliz de verdade, pela primeira vez?


Uma figura incomparável
Lançou a idéia da vida futura, como uma esperança para todos os homens.
Substituiu o conceito de um Deus vingativo e cruel pelo de um Pai amoroso.
Trata-se de uma figura incomparável, superior a qualquer outra.
E é Dele o convite que ressoa, através dos séculos:
Quem quiser vir após mim, renuncie a si mesmo, tome sua cruz e siga-Me!
LataN
Jordan Campos
Que mesmo às avessas como o título, o seja.
Que mesmo sendo improvável que Ele tenha nascido em tal data, o seja.
Que apesar da fartura repartida e dos pobres consolados em um dia, o seja.
Que apesar de no resto do ano nos esqueçamos do próximo, o seja.
Que o pão que dermos puder ser menos “pedra” aos famintos, o seja.
Que mesmo entendendo caridade como troca, o seja.
Que mesmo àqueles que falarem seu nome em vão, o seja.
Pois urgente é que entedamos logo.
Que caridade é compartilhar o que há de melhor.
E não esmola, resto, pão duro...
E sempre...
Caridade não é momento e sim estado de espírito.
Caridade não é dar o troco do pão, a calça rasgada ou o resto do feijão.
Caridade é dar ouvidos, boas palavras e satisfação.
É olhar para o próximo e ver além de um espelho.
Só assim desviraremos o título acima.
Esvaziaremos um pouco as lojas.
Nos contentemos com metade do peru.
E cubramos todos os espelhos por um tempo.
Vendo o reflexo em quem vier,
E como vier.
Jordan , pai dedicado, músico competente e mega inteligente,
amigo dos amigos.
Banda Muros de Vento

O que é o Natal ?
Como toda festa religiosa o Natal é rico em símbolos. Por isso são poucos aqueles que conhecem suas origens e seus significados. O Natal marca a grande festa de solidariedade universal. Pois é comemorado em todo o mundo, até mesmo onde a população cristã é minoria. Podemos sentir que quando o dia 25 se aproxima uma certa ternura vai envolvendo a todos, e o ar fica carregado de uma grande expectativa. O Natal enfim cultiva nas pessoas sentimentos muitas vezes esquecidos, como o amor ao próximo. Muitos símbolos que freqüentam vitrines iluminadas, a sala de nossas casas cria novos sons, melodias e cores que dão às nossas festas uma grande harmonia.
Historicamente não se tem certeza a respeito da data do nascimento de Jesus. Um acontecimento tão importante como a vinda do filho de Deus mereceria ser lembrado numa ocasião especial, de modo que todos facilmente incorporaram o costume de celebrá-la. Aí, é que entra o dia 25, nessa época do ano ocorre no hemisfério norte do planeta o chamado solstício de inverno que é o momento em que o sol, depois de atingir o ponto mais distante de sua órbita, reinicia seu caminho de volta fazendo com que os dias tornem-se mais longos.
Foi da apropriação e do amálgama das festividades pagãs que surgiu o Natal, também como forma de converter os não-cristãos a aderirem ao cristianismo.

Ubirajara Gomes da Silva passou na 136ª posição,
entre 171 classificados para Recife.
Ele carregava pasta com cópias de apostilas
E provas e estudava em praças e bibliotecas.
